
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
O poder local em Palmela
O poder local na Fregesia de Palmela está longe de garantir a defesa dos interesses dos munícipes. Em Palmela, no seio desta autarquia assiste-se a jogos de poder e de interesses que prejudicam a razão perante a qual os representantes do povo a nível local foram eleitos. A autarquia está mais distante dos cidadãos que da própria administração central. O funcionamento desta autarquia revela-nos um mundo altamente deturpado em que a corrupção reina ao sabor de interesses pouco transparentes. Como é possível que pessoas altamente ameaçadoras do regime democrático continuem à frente desta autarquia. Pessoas, que à boa maneira de Al Capone, são constantemente acusadas de falta de transparência, e com possiveis processos em tribunal, jogos mesquinhos de poder, entre outros. No entanto, eles lá continuam impávidos e serenos no comando desta autarquia. E mais grave ainda, é verificar a forma como os cidadãos defendem cegamente estas individualidades. Quase parecem cultos religiosos em que o líder apela a fanatismos que transcedem a realidade humana. Todos nós sabemos da importância que representa o poder local como primeira instancia na defesa e garantia dos direitos e interesses dos cidadãos. Para que esta premissa se mantenha é necessário que o estado português adopte mecanismos que permita fiscalizar o funcionamento em tempo real destas autarquias. Por outro lado é necessário limitar os mandatos a nível de Freguesia, apostar na qualificação e na excelência do funcionamento da freguesia, é preciso apostar em politicas sustentáveis assentes nas reais prioridades da freguesia, acabar com o sistema de patrocinato que a autarquia promove no seu interior, enfim, garantir a defesa do comum interesse dos cidadãos e não somente daqueles que se encontram à frente da autarquia. Por exemplo no Algarve, uma realidade que conheço por proximidade, é notório o mau funcionamento das freguesias e de tal modo grave esse funcionamento, que aumentou, e de que maneira, o fosso entre os mais ricos e os mais pobres. No Algarve os locais luxuosos (Hoteis, Campos de Golfe, Aldeamentos Turisticos, Festas do Jet 7, etc), procurados por turistas de vanguarda, multiplicam-se no meio das bolsas de pobreza, à semelhança do que acontece na América Latina. As autarquias preferem criar infraestruturas para agradar a turistas de vanguarda, ao invés de criarem politicas assentes em prioridades como a luta contra a pobreza, a exclusão social, a habitação social, melhoria pelas condições de vida dos Palmelões, pela qualidade do ensino e aqui destaca-se a falta de universidades, promoção do empreendedorismo, promover a criação de emprego anual e não sazonal, etc. Enfim uma série de prioridades que as autarquias preferem ocultar para continuarem a apostar em infraestruturas de lazer para os turistas de vanguarda.
Em suma, como alguém disse e muito bem, há que impedir que os Gangsters acedam ao poder local e limitar o modo de actuação dos lá estão. Temos que combater os jogos de interesse que se verificam no interior da autarquia e que prejudicam o desenvolvimento regional. Há que tomar decisões equilibradas. O equilibrio é a medida certa. O desenvolvimento regional não se constrói com politicas de casino. Passamos a imagem para os que vêm de fora que somos um povo com grande carisma e habitos civilizacionais avançados. Isto é na realidade uma mascara, pois como é possivel evidenciar tamanha qualidade se na realidade somos demasiado maus, com politicas de massacre e repressão, para os que reivindicam por direito próprio este território como patria? O desenvolvimento regional assente na sustentabilidade constrói-se com a correcta gestão das prioridades das pessoas.
Em suma, como alguém disse e muito bem, há que impedir que os Gangsters acedam ao poder local e limitar o modo de actuação dos lá estão. Temos que combater os jogos de interesse que se verificam no interior da autarquia e que prejudicam o desenvolvimento regional. Há que tomar decisões equilibradas. O equilibrio é a medida certa. O desenvolvimento regional não se constrói com politicas de casino. Passamos a imagem para os que vêm de fora que somos um povo com grande carisma e habitos civilizacionais avançados. Isto é na realidade uma mascara, pois como é possivel evidenciar tamanha qualidade se na realidade somos demasiado maus, com politicas de massacre e repressão, para os que reivindicam por direito próprio este território como patria? O desenvolvimento regional assente na sustentabilidade constrói-se com a correcta gestão das prioridades das pessoas.
domingo, 28 de março de 2010
Placares informativos

Este placar que deviam ser informativos o que nos salta logo á primeira vista é a imagem publica que esta Autarquia nos tem para dar como todos podemos ver o desmazelo e falta de brio profissional é o que nos salta logo em primeiro lugar e o estado de abandono a que estão sujeitos.
Nós sabemos que esta Autarquia praticamente não tem nada para nos informar pois o hábito destes é não informar nada.
Deste modo a "equipa de edição do língua de trapo" deixa aqui um apelo para que os dirigentes desta Autarquia e nomeadamente a nossa conhecida coordenadora já que esta situação é da responsabilidade desta tenham um pouco mais de cuidado e brio profissional com a aparência pública que estes placares informativos nos dão.
Sres. Dirigentes Autárquicos estes placares informativos actualmente como estão de nada servem se não for dado o uso a que estes se deviam destinar que era dar informações úteis, nós também sabemos que estes apelos não caem bem a quem comanda a Autarquia já que o seu lema é “quero”muito “posso”pouco e “mando”nada, mas este tem o dever de saber que a Autarquia lhes paga e bem com o dinheiro dos contribuentes para que estas coisas não aconteçam.
Vá lá Sr. presidente mande lá a coordenadora melhorar lá a imagem dos placares informativos da “sua” Autarquia.
Nós estamos atentos e quando a imagem for melhorada também daremos a noticia esta é a nossa promessa.
Vamos andando por ai…
sábado, 27 de março de 2010
50.000 VISITAS
6 de Outubro de 2009 – 27 de Março de 2010
50.000 visitas
O Blog “Língua de Trapo” está no ar há pouco mais de cinco meses ou seja 173 dias e diariamente recebe em média cerca de 300 visitas, em pouco mais de 5 meses e conseguimos mais de 50.000 Visitas.
Por ser um Blog de conteúdo próprio, no “Língua de Trapo” não há posts de informações que você encontra aos montes pelas Blogosfera , então, os nossos posts são seleccionados de acordo com a baixa demanda do assunto e não postamos informações sem termos as provas na mão, tudo isto para manter a verdade e só a verdade e a credibilidade de um Blog sério e que não tem intenções de competir com os grandes Blogs da Blogosfera Portuguesa.
A equipa do Blog “Língua de Trapo” actualmente é formada apenas por pessoas que o único interesse que têm è em actuar de forma transparente e idónea e sem papas nas língua doa a quem doer, não fazemos bluf como alguns assim o pretendem, só postamos a verdade.
Hoje é uma data muito importante para este modesto Blog, chegamos á casa das 50.000 visitas nesta madrugada e esta é a 176ª postagem.
Não sabemos dizer exactamente o que isso significa, uma vez que nos consideramos uns “cavalos á solta” como um qualquer tipo de tecnologia, e alem do mais desde o primeiro dia deste Blog (6 de Outubro de 2009) o objectivo sempre foi o resgate da verdade e por tabela o esporcar esta nossa terra das mentes oportunistas e incompetentes que por cá vagueiam.
No “Língua de Trapo” não há censura todos têm direito á livre opinião, o que pode haver é informação compreendida e repassada da forma que o público do nosso Blog se interessa: Clara, Dinâmica e Transparente e acima de tudo directa ao assunto sem rodeios.
Por ser um Blog e não um site jornalístico, podemos assim expressar a nossa opinião pessoal em posts e notícias sobre os assuntos relacionados, respeitando a individualidade do pensamento de cada um.
A equipa de edição do Blog “Língua de Trapo” agradece deste modo a todos os que nos têm visitado e comentado um bem haja a todos.
Obrigado pelo bom gosto, e por não terem mais nada para fazer!
Porque queremos o melhor para Palmela!
Os editores
sexta-feira, 26 de março de 2010
Fonte do Samouco
Há cerca de um ano a Câmara Municipal substituiu-se ao responsável e procedeu ao arranjo da mesma.
Volvido cerca de um ano este é o estado a que a Junta de Palmela deixou chegar esta fonte.
Simplesmente vergonhoso o estado em que se encontra.
Que haja decência e respeito por que se substituiu á Junta de Freguesia...
quinta-feira, 25 de março de 2010
A história da Raposa e da Coelha...

Um bosque calmo numa manhã primaveril. Junto à entrada da sua toca, concentradíssimo, a coelha (Coordenadora Técnica) trabalha num computador, quando de repente surge uma raposa. Ao ver a suculenta coelha tão absorvida na sua tarefa, olhou à volta, salivou-se, lambeu os bigodes e preparou o salto... Todavia, intrigada com a azáfama da coelha, conteve a investida e, curiosa, perguntou:
- Coelhinha, o que fazes tão concentrado?
- Estou a escrever os meus comentários para o Blog - respondeu, sem tirar os olhos do monitor.
- Hummmm... e qual é o tema desse comentário? – Retomou a raposa.
- É sobre os comentários daqueles que falam dos problemas verdadeiros e graves sobre a Junta Freguesia de Palmela. – Explicou a coelha, continuando o trabalho, sem olhar a raposa.
Indignada com o atrevimento, a raposa, exclamou:
-Ora, ora, ora!!! A verdade sempre sai da toca!!! Esse é o nosso papel. Na natureza, nós comemos as coelhas!
quarta-feira, 24 de março de 2010
Referencia...
RV/192/..
de
../../..
Caros visitantes hoje deixamos uma referencia e a partir daqui tudo se pode esperar e tudo é possível esperar da coordenadora técnica da autarquia Palmelense...
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
O problema da chefia...

O papel das chefia na Junta de Freguesia de Palmela não contempla, como objectivo primordial, a criação das condições necessárias destinadas a motivar os colaboradores, no sentido destes reduzirem ou evitarem as não conformidades, sendo que grande parte das não conformidades são da propria chefia. A chefia nesta autarquia actua como uma espécie de agente conspirador que actua na detecção de não conformidades - concepção de medidas pós-erro (sanções, repreensões, gritarias e insultos…). Para a chefia, as não conformidades dos outros colaboradores representa uma virtude do sistema que a torna intocável e indispensável podendo assim sonhar, ofender e insultar a seu belo prazer.
Esta é a chefia da Junta de Freguesia de Palmela
sábado, 20 de março de 2010
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