quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
A SINCERIDADE: EFEITOS E DEFEITOS...
A pessoa sincera demonstra sempre ser verdadeira, autêntica, sem afectação e disfarce, sem malícia, disposta a reconhecer a verdade.
A mentira, a hipocrisia, o disfarce, a falta de sinceridade, geram a desconfiança.
A desconfiança é um estado mental e emocional, desconfortante, de dúvidas e incertezas que, geralmente, desestabilizam situações de relacionamento e, até mesmo, de empreendedorismo.
Diante da realidade e das experiências da vida muitas vezes nos indagamos: Vale a pena ser sincero?
Sabemos que muitas vezes a sinceridade machuca, fere a nossa sensibilidade e, por isso mesmo, trocamos a verdade por um falso elogio ou um disfarce que não deixa de ser uma mentirinha.
Por outro lado, a consciência nos adverte quanto às consequências negativas e prejudiciais de se omitir a verdade mesmo que, para evitar situações embaraçosas de desagrados e ressentimentos.
Diante desse impasse, é recomendável que se tenha consciência de algumas ideias bem definidas:
1ª - a verdade é sempre preferível que a falsidade por ser autêntica e auto defensável;
2ª - a sinceridade resguarda a confiança e propicia a reparação do erro ou da omissão;
3ª - a sinceridade requer habilidades e gestos de simpatia e de generosidade a fim de que não seja confundida com a crítica severa ou maliciosa que desgosta e ofende;
4ª - a sinceridade deve ser sempre acompanhada de uma proposta de compreensão e de reparação ou de incentivo.
Cultivar, exercitar e incentivar a sinceridade é uma obra educativa e benemérita por contribuir com a melhoria dos homens e consequentemente dos serviços.
P.R.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
COMO CONQUISTAR A CREDIBILIDADE...
A confiança, ou seja, a certeza da probidade de conduta de uma pessoa, de uma organização ou de um qualquer serviço publico, é perceptível através dos seus sucessivos procedimentos nas mais diversas situações quer da actividade quer do relacionamento.
A credibilidade constitui um património pessoal e intransferível que não se adquire senão pela formação educacional do ser humano, e pela consciente e bem gerenciada instituição.
Um dos factores essenciais da credibilidade é a transparência a honestidade e a responsabilidade.
Essas duas qualidades humanas estão impressas na consciência de cada dos colaboradores mas, o grande problema que na maioria das vezes acontece é, alguns desses colaboradores deixarem-se empolgar pela ambição e interesses escusos comprometendo assim o seu carácter e, consequentemente, a sua credibilidade.
Aliados aos factores de ordem subjectiva são tambem igualmente importantes para que se confirme a credibilidade de um serviço: a capacidade de quem coordena, e a qualidade do serviço que é realizado.
De tudo se conclui que a conquista da credibilidade se faz pela formação educacional (ética, intelectual e operacional), levando-se em conta o esforço pessoal e a boa intenção de alcançar o prestígio merecido.
Por outro lado qualquer deslize, ou suspeita, quanto à credibilidade, pode acarretar o descrédito comprometedor o que, naturalmente, requer uma justificativa plausível e providências possíveis para a reabilitação da confiança.
P.R.
domingo, 9 de maio de 2010
CLIMA DE MEDO...

Por mais que se procure demonstrar coragem estão, quase sempre, tomados pelo medo: medo de errar, medo de perder a hora, medo de não saber resolver um problema que para o qual não foram instruídos, medo de não agradar sabendo que há partida não agradam, medo de falar em púbico, e acima de tudo o medo de ser humilhado publicamente... E, até, medo de ter medo.
Na verdade vive-se e convive-se com o medo, desde a entrada ao serviço, embora ele se apresente de aspectos diferentes nas diversas fases do dia e nas diferentes situações.
O medo é definido, nos dicionários, como sendo: “... Sentimento de inquietação, de apreensão, em face de um perigo que pode ser real ou imaginário.” Tem como sinónimos os termos: receio, temor, sobressalto, pavor, utilizados conforme o grau de intensidade com que nos afecta esse sentimento.
Há os medos ingénuos e infantis: da escuridão, da assombração, do trovão, e da injecção... Há os medos convencionais: do defunto, do cemitério e de qualquer mistério... E os medos de animais e de insectos nojentos e peçonhentos...
Há os medos comprometedores que afectam o bom ânimo, inibem as iniciativas, dificultam o empreendedorismo e, mesmo, prejudicam a estabilidade emocional.
A síndrome do pânico é um problema sério de saúde que requer um tratamento especializado.
Se, por um lado, o medo pode afectar negativamente o ânimo e as actividades, por outro lado ele constitui normalmente um instrumento natural de defesa prevenindo e, mesmo, afastando de riscos iminentes.
Assim, como todos os recursos naturais de conservação da vida, o medo só se torna prejudicial pelo excesso e pela radicalização dos seus aspectos negativos, o que se pode muito bem corrigir através da educação integral do ser humano que não reage apenas por instinto mas, principalmente, pela inteligência.
Para se ser bem sucedido nos afazeres profissionais e relacionamentos necessário se torna saber controlar e educar a origem do medo, em nós o resistir e enfrentar esse medo. Para tanto é preciso: conhecer e examinar os medos, quanto à sua intensidade e diversidade, identificando suas causas e efeitos; exercitar com segurança actividades que nos pareçam adversas.
Este é o clima que se vive actualmente na Autarquia de Palmela clima este provocado por três pessoas devidamente identificadas
sábado, 8 de maio de 2010
O Saber e o Pensa que Sabe...
A formação e o aprimoramento do saber dependem das condições psicológicas, da vontade e do esforço de cada um.
Vivendo em uma sociedade diversificada uns aprendem com os outros, desde que haja interacção entre todos, o que não nos parece ser o caso.
Os sistemas organizados de aprendizagem: universidades, escolas, cursos, treinamentos, etc. Muitos facilitam a aquisição ordenada e aperfeiçoada de conhecimento.
Frequentemente os termos informação, conhecimento, e sabedoria, são utilizados com o mesmo sentido. Entretanto eles se diferem em graus de significado, como podemos ver: a informação é um dado obtido pelos sentidos sem um tratamento mental adequado; o conhecimento é a informação analisada, seleccionada e incorporada; já a sabedoria, que resulta da nossa evolução intelectual e moral, reúne todos os quesitos necessários para que possamos dar um sentido melhor e mais promissor à nossa vida: conhecimento justo das coisas, sensatez, prudência, moderação, paciência, tolerância e persistência.
A sabedoria é o conhecimento submetido ao julgo dos valores, das crenças, da ética e da moral.
Sendo assim não há sabedoria sem conhecimento, como não pode haver conhecimento sem informação.
É muito comum encontrar, em nossos meios, exemplos de falta de sabedoria e excesso de falta de conhecimento.
Há um ditado (desconhecemos a autoria) mais ou menos assim:
“Quem não sabe e não sabe que não sabe, é ignorante... Precisa ser despertado para o saber.”
“Quem não sabe e sabe que não sabe, é aprendiz... Precisa ser estimulado a aprender.”
“Quem sabe e não sabe que sabe, é simples e modesto... Precisa de se auto conhecer e auto avaliar.”
“Quem sabe e sabe que sabe, é um sábio... Pode utilizar seu saber em seu próprio benefício e em prol de toda a sociedade.” O que no caso concreto não se aplica.
Continuação de bom fim de semana...
sexta-feira, 7 de maio de 2010
A malta de esquerda.

A malta de esquerda anda na luta. É vê-los nos blogues a martelarem com convicção feroz o teclado do computador, sempre prontos a pôr na ordem os rebeldes de direita. É urgente batalhar contra os bafientos dos contra-revolucionários, avessos à modernidade, e que teimam em reiterar os mesmos princípios e valores há mais de dois mil anos.
A malta de esquerda não acredita no casamento (deseja-o hipocritamente, apenas para os homossexuais) pois é uma instituição obsoleta, preferindo os afectos, e a volatilidade do desejo; ora estou contigo, ora acordo com outro (a) ao lado.
A malta de esquerda é porreira pois colige as frustrações individuais de vidas muitas vezes vazias e perdidas e dirige essa revolta para a luta. Todos são incitados a gritar alto, a povoar os meios de comunicação social, através das redacções ou das colunas de opinião dos jornais, por forma a espalhar a
mensagem da esquerda. Tudo funciona como uma colónia de bactérias que se multiplica, invadindo o hospedeiro até dominá-lo pela submissão.
A malta de esquerda não discorda entre si, criando assim uma espécie de irmandade. Se, porventura, houver alguém que fuja do redil do pensamento único é de imediato admoestado, criando-se no insurrecto um sentimento de culpa de traição.
Mas a malta de esquerda fala sempre de liberdade ainda que não a tolere dentro das sua própria estrutura. Para tal, evoca uma argumentação militarista primária de que todos têm que estar unidos na luta contra o inimigo. E, sub-repticiamente, silencia-se pelo medo os dissidentes.
A malta de esquerda anda na luta, mas o inimigo são eles próprios.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Freguesias vão ter novo Estatuto.

“Modernizar o Sistema Político e Qualificar a Democracia” é um dos intentos previstos pelo Governo nas Grandes Opções do Plano. Neste sentido foi estabelecido um objectivo que passa pela definição de um novo estatuto para as freguesias que, segundo o Governo, deverá ser “adequado ao seu papel de autarquias de maior proximidade às populações”. Assim, estão previstas novas competências para as freguesias, nomeadamente na área social e na gestão do espaço público. O Governo pretende ainda, durante esta legislatura, criar um quadro de competências que tenha em conta as especificidades das freguesias urbanas, rurais e em zonas de baixa densidade, prevendo também a reorganização territorial das freguesias e a criação de modelos de participação das freguesias nos órgãos municipais.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
AS VIRTUDES E OS VÍCIOS...
O bem é tudo que se faz de conformidade com as leis morais e o mal é tudo que a elas se opõem. As leis morais são as leis divinas ou leis de Deus.
Há virtude sempre que há uma resistência voluntária ao arrastamento das más tendências; a sublimidade da virtude consiste no sacrifício do interesse pessoal para o bem do próximo, sem segunda intenção (algo difícil de ser conseguido).
A mais meritória virtude é aquela que se baseia na caridade desinteressada.
Algumas pessoas fazem o bem espontâneamente, sem que tenham de lutar com nenhum sentimento contrário. São pessoas que já venceram os seus próprios obstáculos e o bem se tornou um hábito para elas.
O vício consiste na tendência para determinado hábito prejudicial.
Dentre os defeitos e os vícios o egoísmo é o mais radical. Dele deriva todo o mal.
O egoísmo é um sentimento ou atitude de excessivo apego aos próprios interesses em detrimento dos interesses dos outros.
O aperfeiçoamento moral é a nossa meta a ser alcançada. É por isso que estamos transitando pela Terra na condição de espíritos encarnados.
Muitos são os que passam a existência terrena sem disso tomar conhecimento e perdem, assim, uma excelente oportunidade de minimizar os seus defeitos e conquistar virtudes.
Para o nosso bem e a nossa felicidade, podemos e devemos cuidar, desde já, do nosso aperfeiçoamento moral e, bem assim, colaborar com os nossos irmãos para que assim procedam também. A reforma íntima não se faz num repente, mas com um pouco de esforço e boa vontade estaremos avançando em nossa evolução espiritual.
O auto conhecimento, o conhecimento das leis morais, os ensinos de Jesus, e o auxílio dos mentores espirituais, aliados à boa vontade, são excelentes recursos para que se alcance o aperfeiçoamento moral cada vez mais necessário.
Continuação de boa semana de trabalho
segunda-feira, 3 de maio de 2010
A força da Ignorancia...
Nenhum de nós aprofunda bastante esta matéria; abordamos o assunto pela rama e, como gente extremamente ocupada, achamos que dedicar umas horas à filosofia é mais do que suficiente. E o que mais nos prejudica é a facilidade com que o nosso amor próprio se satisfaz. Se encontramos alguém que nos ache pessoas de bem, ou pessoas esclarecidos e irrepreensíveis, logo nos mostramos de acordo! Nem sequer nos contentamos com louvores comedidos: tudo quanto a adulação despudoradamente nos atribui, nós o assumimos como de pleno direito. Se alguém nos declara os melhores e mais sábios do mundo, nós assentimos, mesmo quando sabemos que esse alguém é useiro e vezeiro na mentira! A nossa autocomplacência vai mesmo tão longe que pretendemos ser louvados em nome de princípios que as nossas acções frontalmente desmentem (...) A consequência é que ninguém mostra vontade de corrigir o seu carácter, pois cada um se considera a melhor pessoa deste mundo...
Boa semana de trabalho...
domingo, 2 de maio de 2010
FÉRIAS...
Na sequência da Lei 99/2003 de 27 de Agosto, existem algumas dúvidas ainda não solucionadas em relação à correcta aplicação do direito ao gozo de férias.
CASO PRÁTICO 1
O colaborador entrou ao serviço em 15 de Maio de 2004, com contrato de trabalho a termo de 12 meses. Em princípio este contrato não será renovado no final do mesmo, em 14 de Maio de 2005.
a) Quantos dias de férias terá para gozar no final do contrato?
b) Supondo que goza os 2 dias úteis por cada mês de trabalho ao fim de 6 meses efectivo de trabalho,12 dias férias em Dezembro 2004, quantos dias terá para gozar no final do contrato?
c) Supondo que o contrato é renovado, quantos dias de férias terá direito durante o ano de 2005? E no ano de 2006, até 14 de Maio?
CASO PRÁTICO 2
O colaborador entrou ao serviço em 15 de Julho de 2004, com contrato de trabalho a termo de 7 meses. Em principio não será renovado no final do mesmo, em 14 de Fevereiro de 2005.
d) Quantos dias de férias terá para gozar no final do contrato?
e) Supondo que o contrato é renovado, quantos dias de férias terá direito durante o ano de 2005?
Qualquer semelhança com a realidade só pode ser coincidencia...
sábado, 1 de maio de 2010
1º de MAIO...

É HOJE: DIA DO TRABALHADOR
Já passou da hora de chamar o nosso dia pelo nome certo. Não é dia do trabalho, este é todos os dias, menos os fins de semana e feriados. Hoje é Dia do Trabalhador, de quem produz a riqueza desta nação á beira mar plantado que acaba muitas vezes sendo remetida para paraísos fiscais por gente sem qualquer pudor...
Neste 1º. de Maio não poderíamos deixar de lembrar o milhão de portugueses que têm contratos precários, o mais de meio milhão que está no desemprego, aqueles que trabalham e recorrem aos Bancos Alimentar porque o salário não chega para viver, o milhão de deficientes e doentes crónicos que procuram a dignificação da sua condição que muitas vezes não é reconhecida, os muitos que são impedidos de poderem usufruir dos mais elementares direitos por uma nova gentalha que por ai anda...
Tantos motivos para que a luta do 1º.de Maio se prolongue!...
É o nosso dia!

